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Noivado, Uma Questão de Decisão e Reconhecimento



O Desposado Judaico

O desposado (noivado) começou com uma cerimônia entre as duas famílias quando o valor do pagamento, chamado "dote", foi combinado e pago pelo homem aos pais da moça. Também nesta ocasião os noivos trocavam presentes. Em certos casos um contrato de trabalho manual foi aceito pelos pais em lugar deste pagamento, como no caso de Jacó e Raquel (Gênesis 29.18-20).

O tempo do desposado durava mais ou menos um ano e durante este tempo o rapaz era dispensado do serviço militar (Deuteronômio 20.7) e o casal podia arrumar sua morada futura, e geralmente a noiva fazia a sua veste nupcial.

Embora chamados de "marido" e "mulher" desde o começo do desposado, eles não viviam juntos e não tinham relações sexuais durante este tempo. Esta parte era rigorosamente guardada pelo casal e a moça tinha que provar que era virgem quando casa-se oficialmente no fim do desposado (Deuteronômio 22.13-21).

No dia do casamento oficial, os convidados chegavam às Bodas na casa dos pais do noivo. O noivo, acompanhado pelos seus amigos, saía tarde para encontrar com a sua noiva. As amigas da noiva esperavam a sua chegada e quando chegasse avisavam a noiva e os dois grupos iam para as bodas onde havia o casamento oficial e a recepção com o banquete que era celebrado com festividades e brincadeiras e que durava às vezes até por sete dias (Juízes 14.10-12; Mateus 22.1-4; 25.1-6).

Casamento: Prisão ou Liberdade?

Algumas pessoas, erroneamente, tem um pensamento de que a vida de solteiro é pura liberdade e a de casado é estar preso (a cultura não cansa de brincar ou fazer memes dessa interpretação errônea, e tem empurrado cada vez mais as pessoas a rejeitarem essa dádiva criada por Deus). Muito pelo contrário, de acordo com as Escrituras, a mais bela liberdade se encontra no casamento. No Éden, havia uma restrição da parte de Deus, mas o casal não deixou de ser livre. A vida sem regras que eles buscaram, desobedecendo a ordem de Deus, os tornaram escravos de suas próprias paixões. Nunca houve liberdade numa vida sem regras.

Um trecho da música da cantora Sandy diz o seguinte: "E só presa a você, eu me sinto em liberdade". No casamento você é levado a se submeter, a dar sua vida pelo outro, a cuidar do outro como cuida de si (Efésios 5.21-31). Aqui você será livre, livre de fazer a sua própria vontade, livre dos seus pensamentos egoístas, livre das suas atitudes imaturas, livre de você mesmo. Porque não há nada melhor do que morrer para si mesmo e viver para o outro. Cristo já nos deu o exemplo.

O Noivado é a última etapa da vida de solteiro. Mas vale lembrar que o noivado não confere ao casal algo que só é estabelecida para os casados: a liberdade a dois na submissão e amor e intimidade sexual.

O namoro e noivado foram feitos para acabar. No judaísmo o noivado dura em torno de um ano. O Noivado é a preparação em todos os sentidos para a vida a dois.

Os Compromissos do Noivado

O Noivado, como o último passo para o casamento, é um compromisso em vários aspectos:

Aspecto Social:

É um aliança não só com o futuro cônjuge, mas com a família, a Igreja e a sociedade. Hoje existem os "namoridos" e os "amigados", que fogem de qualquer responsabilidade social, formal e legalmente falando. Cristo assumiu a aliança com os Seus eleitos perante todos numa cruz, uma aliança eterna.

Aspecto Moral:

O noivado não é coisa de criança, envolve responsabilidade, Deus pode ver todos os atos a partir desse momento como sendo mais relevantes ainda. Casamento não é para meninos, é para Homens (1Coríntios 13.11).

Aspecto Material:

Sim, amor e fé não sustenta uma família em seu sentido material, mas o sim o trabalho e o dinheiro. O homem é chamado e empurrado a ser o provedor do lar. A liderança de sua família, em todos os aspectos, é um propósito nobre a qual Deus confiou ao homem. O valor do homem não está no trabalho, mas demonstra que ele imita seu Senhor, pois até hoje Deus trabalha (João 5.17).

Aspecto Espiritual:

É uma aliança entre os dois de que o casamento vai ser pautado e estabelecido sob os princípios de Deus. O casal será a semelhança de Cristo e a Igreja. O homem terá o dever de conduzir sua amada aos pés de Cristo; terá de escavar o mundo espiritual para lhe ataviar de riquezas espirituais, assim como Cristo faz com Sua igreja.

Aspecto Emocional:

Será uma atividade constante de exercitar o domínio próprio, entender as falhas do outro e colocar em prática o perdão. Ser fiel mesmo que pareça que o sentimento esteja fraco, ser sensível às necessidades do outro e continuar amando.

Aspecto Psicológico:

Ter o ato de dispor-se a pensar não somente mais em si mesmo, mas no "nós", pensar em seu cônjuge, como também guardar a mente de toda paixão mundana para ter a mente de Cristo. Não deixar a cultura e sua filosofia afetar sua noção de casamento, mas deixar ser dominando e orientado pela Palavra de Deus, pois dela é que vem os verdadeiros e bons princípios a respeito do casamento.

Noivado, Uma Questão de Decisão e Reconhecimento

Sobre a Decisão:

A decisão mais importante para duas pessoas.

• No sentido geral, o noivado é a segunda decisão mais importante da vida de uma pessoa, que é a decisão de se casar (a primeira seria a decisão de reconhecer o sacrifício de Cristo e aceitar viver como Ele e para Ele).

• No sentido humano, essa é a primeira decisão mais importante da vida. É necessário entendermos isso, pois nossos pais voltarão ao pó da terra, nosso (futuros) filhos serão lançados, como flechas, para o alvo que Deus lhes preparou. No final das contas, ficaremos com quem mais é importante, nosso cônjuge.

A decisão de deixar pai e mãe.

Deixar todo o tipo de dependência dos pais para depender apenas de Deus e seu cônjuge.

Deixar a dependência social, física (o lar), material, espiritual e emocional.

Como diz o ditado: "Quem casa, quer casa." A não ser em casos muito específico, o jovem casal jamais deve morar com os pais ou os sogros. É só perguntar a casais sobre essa questão e verás que eles preferem sua própria moradia, por vários motivos. E o principal motivo é uma ordenança de Deus: "Deixará o homem seu pai e sua mãe" (Gênesis 2.24).

A decisão de ficar e lutar quando a vida aperta e as conflitos surgem.

Covarde é aquele que deixa seu companheiro para trás quando as dificuldades da vida surgem. Quando a dificuldade financeira surgir, os conflitos espirituais e emocionais, as tentações internas e externas, problemas de saúde e de velhice aparecer, é preciso estar ao lado outro. Imagina se Cristo desistisse de você, por pecar tanto contra ele a caminho do céu, o que seria de você? Pois bem, se alguém ou alguma circunstância se levantar contra um, os dois lhe resistirão (Eclesiastes 4.12).

Cristo conduz seus filhos do começo ao fim de sua salvação, independente de suas lutas. O casamento é uma jornada a qual caminhamos lado a lado até o fim.

A decisão de casar-se com um verdadeiro cristão espiritual e maduro.

Os noivos não devem aceitar nada menos do que um homem ou mulher que tem como objetivo glorificar a Deus em tudo e ser submetido à sua Palavra. Você não tem a obrigação de escolher uma pessoa perfeita, mas sim uma que se dispõe a obedecer os mandamentos de Deus. Pois o verdadeiro homem cristão ou mulher cristã que você escolherá, será aquele que é pecador, que reconhece sua condição de pecador, e que se renderá aos pés de Cristo para pedir com que faça dele(a) um bom instrumento para tornar seu casamento o melhor possível. 

E ter uma boa maturidade para lidar com diversas situações da vida. Esquecer as coisas as fúteis deste mundo. Deixar as coisas de menino, e fazer coisas de homem maduro. Deixar as infantilidades e assumir responsabilidades.

A decisão de sentar frente ao outro e dividir as tarefas do cotidiano.

Sabe, não era pra estarmos falando sobre isso. É algo tão básico que chega a ser engraçado discutir. Mas mencionei porque ainda persiste no mundo masculino a ideia é atitude de ver a mulher como a máquina que faz tudo em casa, enquanto ele fica no sofá assistindo futebol, mexendo no celular ou jogando videogame.

Noivado é o momento onde tudo tem que ser colocado a limpo, onde tudo deve ser conversado e resolvido.

Limpeza da casa (um faz isso outro faz aquilo), fazer a comida, a questão financeira, os momentos a sós ou a dois, lazer, comunicação é algo que deve ser resolvido pelo casal. Quando Eva chegou, Adão já fazia todo o trabalho. Adão já "lavava suas cuecas". Ela veio para somar, e não assumir todas as responsabilidades de um casa. Além do mais, são duas pessoas morando sob o mesmo teto.

A decisão de se unir.

Unir não somente no aspecto sexual ou de moradia, mas unir-se em propósitos. É necessário termos os mesmos pensamentos e objetivo como uma só carne. Pois vamos para o mesmo lugar, para o céu. E tudo deve cooperar para este fim.

Se unir para deixar as coisas que ficam para trás e prosseguir para as que estão diante de nós. Nossa missão como casal é conseguir alcançar o casamento que já está estabelecido por Deus, e não àquele que nós idealizamos. Por exemplo, o povo hebreu não idealizou uma terra nem saiu vagueando procurando por um lugar onde morar, Deus já havia prometido dar a terra que mana leite e mel para eles, bastava os israelitas tomar posse disso.

A decisão de deixar Deus como edificador da casa.

Salmos 127.1: "Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam."

É Ele quem transforma a água em vinho. Perceba que o melhor vinho nas festividades judaicas era servido primeiro, depois ia sendo servido o que restava. Mas em Caná da Galileia, Jesus faz um milagre no casamento. O bom vinho foi servido primeiro, como de costume, mas o melhor foi servido no final. Jesus pode fazer de um bom casamento, um casamento melhor ainda.

Temos decidir adorá-lo e se submeter à sua Palavra. Colocá-lo como Senhor e Criador de nosso matrimônio, como sempre foi e deve ser desde o começo.

A decisão de sempre influenciar a vida da outra de forma eterna e postiva.

Nada mais é feito pra si, mas para os dois. Nada mais pode ser escondido. Não é muito difícil ver homens e mulheres que ainda vivem como solteiros, estando casados. Certo dia, havia dois clientes homens conversando, onde eu trabalho. Um deles disse: "Cara, comprei um negócio e minha mulher nem sabe. Se ela descobrir, ela me mata." Uma pessoa que exclui seu cônjuge de suas atitudes e cotidiano não é digno desse casamento. Pois quer viver como profano em algo tão santo.

Não pertencemos mais a nós mesmos, mas ao outro. Seremos (para quem é noivo) e somos (para quem é casado) do nosso cônjuge, como afirma o apóstolo Paulo (1Coríntios 7). A vida a dois vai exigir de nós uma total entrega, renúncia e dedição ao outro.

A decisão de cumprir as promessas um para o outro.

• Se manter fiel às promessas bíblicas feitas ao cônjuge.

As promessas de Deus são verdadeiras e nunca falham. O fato de seres humanos não cumprirem as ordenanças bíblicas não significa dizer que a Bíblia é falha, mas que o ser humano é falha. Os seres humanos podem falhar em cumprir as promessas, mas estas, se cumpridas, sempre trarão alegria.

Cumprir promessas não depende de sentimentos, depende do seu empenho e obediência à Palavra de Deus.

• Assim como as coisas eternas, cumprir as questões humanas, como afeto, carinho, atenção, diálogo, passeios e lazer, vida sexual, cuidados etc.

A decisão de não ser guiado pelas nossas próprias paixões e conselhos, tampouco dos familiares.

O principal conselho que se deve ser ouvido é o das Escrituras Sagradas. A última palavra que devemos escutar é a de Deus.

Não estou dizendo que não devemos ouvir conselhos dos país ou de pessoas sábias, me refiro a conselhos que podem influenciar e afetar nosso cotidiano e futuro.

Por exemplo, Eva levou sua família a ruínas dando ouvidos à serpente e não ao seu marido nem a Deus. Ananias fez o mesmo, levou ele mesmo e sua mulher ao caminho da morte. Não consultaram a Deus, seguiram suas próprias idéias ou influência duvidosa.

Tenho visto muitas mulheres ainda guiando suas atitudes com base nos conselhos que recebem dos seus pais ou de suas amigas e não nos conselhos de seu marido. Da mesma forma, homens são norteados pelos próprios pensamentos ou pela cultura sem consultar sua esposa.

O temor do Senhor é o princípio da sabedoria. Cristo fazia tudo visando a glória de Deus, pois nós devemos fazer o mesmo, entender os devidos princípios para o casamento visando a glória de Deus e o crescimento do nosso cônjuge.

Sobre o Reconhecimento.

Reconhecer as bênçãos dos pais, da Igreja e principalmente de Deus.

Estar debaixo de bênçãos é vital para um relacionamento saudável e com leveza. Não significa dizer que esse é o antídoto para o casamento perfeito, mas já é um bom começo para ele caminhe direção a isso. Manter a tradição de receber essas bênçãos é bom, pois insinuações que queremos que essas instituições e pessoas façam parte de algo tão belo, que é o casamento. (E aqui podemos relembrar o primeiro ponto visto acima, a respeito dos compromissos do noivado, que é o aspecto social.)

Reconhecer a preparação do companheiro.

Ele(a) deve ter propósitos, estar preparado, ter maturidade, ter orientação de Deus e total conhecimento da decisão que está tomando. É para isso que serve o namoro e noivado, para ir conhecendo seu futuro cônjuge. Conhecer como ele(a) aplica seus princípios no cotidiano, na área familiar, financeira, social, espiritual, pessoal etc. A pessoa deve entrar no casamento com o melhor que pode ser e ir se aperfeiçoando em Cristo.

Reconhecer que o outro é propriedade do Senhor.

No casamento, vamos estar lidando com um filho ou filha de Deus, que foi comprado com o sangue de Jesus Cristo.

Um casal cristão tem que reconhecer que ele(a) está sendo entregue pelo próprio Deus a nós (cf. Gênesis 2.22; João 6.37). Não seremos donos do nosso cônjuge, seremos mordomos de tudo quanto Deus nos dará, cônjuge, filhos, família etc.

Desonrar o cônjuge é desonrar o próprio Senhor, pois essa pessoa é propriedade de Deus, assim como Ele mesmo habita no nosso cônjuge.

Reconhecer que após casados, estamos destinados a ser somente um do outro.

Ninguém nasceu "um para o outro", no sentido de ser sua "alma gêmea". Devemos parar de "romantizar" o casamento e ficar comparando com os filmes Hollywoodianos, o matrimônio cristão não é alicerçado nem guiado pela cultura, mas na Palavra de Deus.

O que entendemos é que após escolhermos um pretendente, que é um pecador, seremos uma só carne com o nosso cônjuge. Seremos somente do nosso cônjuge a partir dali.

Você é orientado a escolher uma pessoa para ser seu cônjuge, que é como você, um pecador(a) que está tropeçando a caminho do céu, e feito a escolha você deve honrar a Deus pela sua escolha de amá-la até o fim.

Reconhecer que o casamento é algo muito sério.

O jovem casal que "romantiza" demais o namoro, noivado ou casamento está entrando numa bela cilada. Esse tal romantismo pode iludi-los a achar que tudo será mil maravilhas.

Reconhecer que o casamento é algo muito sério, é importante por parte do jovem casal que pretende dar passos mais profundos.

Seu futuro cônjuge poderá não ser da forma que você imagina. Aquela pessoa "perfeita" que você vê quando está apaixonado(a), geralmente é uma criação da mente devido essa paixão. Esse sentimento cego pode gerar em nós um futuro cônjuge que sequer existe. Pontanto, percebe-se, diante de muitos relacionamentos ao nosso redor, que é no casamento que, de fato, se mostra e conhece cotidianamente as imperfeições do outro.

Algo interessante a se saber, é que o requisito para se ter um bom casamento não é a mulher saber cuidar da casa nem o marido saber trabalhar e prover o sustento da família, tampouco ter uma bela estética ou uma boa desenvoltura, ter elegância ou ter "boa presença", mas sim deixar Deus ser o centro e o edificador do lar. Pois Ele sendo o centro, tudo poderá fluir de forma natural, leve e amorosa, com dificuldades, pelo fato de sermos pecadores, mas não impossível. O casal que dobra os joelhos para orar diante de Deus sobre todas as questões da vida, certamente vencerão todo tipo de problema – todo tipo mesmo.

Não estou menosprezando o cuidado da casa e a provisão do lar e as outras coisas, o que estou dizendo é que, do que adianta a mulher deixar a casa brilhando igual diamante e o homem trazer fartura e sustento para o lar e mesmo assim não saberem lidar um com outro, não saberem resolver conflitos, não saberem demonstrar afeto, não vencerem as tentações e obstáculos, talvez, chegando ao ponto de desmoronar seu próprio lar por falta de princípios eternos?

O jovem casal deve entender que Deus tem que ser o regente dos cônjuges, deles dois, para que estes possam ser transformados interiormente e se doar totalmente ao outro, amar totalmente ao outro, independente de suas imperfeições, para que assim Deus seja honrado.

A mulher e o homem devem saber o por quê estão entrando em um casamento, com quem vão ter que lidar por toda sua vida e quem será glorificado através desse matrimônio.

Portanto, jovem, não romantize demais essa fase da vida, pois lidar com o outro é coisa séria. Namorar, noivar e casar é coisa séria. Caso você não leve a sério, saiba que estará desrespeitando Cristo e a Igreja, pois o casamento que alguém adentra é para ser a semelhança de Cristo e a Igreja, para que Deus, o Criador do casamento, veja sua criação saindo da forma que Ele planejou.

A pergunta que o jovem casal deve se fazer não é se o outro sabe ou não cozinhar ou cuidar da casa, ou se tem ou não disposição para trabalhar e sustentar um lar, qualquer um pode aprender a fazer isso (essas são questões humanas e não espirituais), mas devem se perguntar algo que atualmente parece-nos bastante difícil de ser notado, que é: "Será se eu estou disposto a obedecer, seguir e cumprir à risca os princípios de Deus, e se meu futuro cônjuge realmente vai se dispor a cumprir também? Será se vamos fazer com o nosso casamento seja a semelhança de Cristo e a Igreja?".

Nessa empreitada, meus queridos, todos saem ganhando. Você obedece os princípios divinos, tem um lar, um relacionamento e família feliz e Deus é glorificado.

Propósito

Um fato interessante para se entender sobre o casamento, é que nós não saberemos como, na prática, será o processo. Pode e vai haver muitas coisas. Lutas e mais lutas. Como também alegrias e mais alegrias, dentre outras coisas.

Porém, sabemos o por quê, pra quê e o final da história de todo bom casamento estabelecido em Deus.

O por quê, é que este foi criado e estabelecido pela vontade do Senhor.

O pra quê, é que seja uma forma de manifestação, adoração a Deus e harmonia e entrega mútua entre o casal.

O final, é que os dois estarão regozijando-se na gloriosa eternidade com o Criador do casamento. E só com Deus, apenas com Deus em nosso relacionamento, é que então poderemos dizer: "E viveremos felizes para sempre!".

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